Atualizado 08/11/2018

Infantino contabiliza de 170 a 180 apoios de federações nacionais para reeleição na Fifa

Apesar da crise institucional, após revelações do Football Leaks, dirigente espera ganhar por aclamação das 211 filiadas o pleito marcado para 5 de junho do ano que vem

Gianni Infantino permanece candidato único e espera ser reeleito por aclamação para a presidência da Fifa, no pleito marcado para 5 de junho do ano que vem, no 69º Congresso da entidade, em Paris. Pessoas ligadas ao dirigente, ouvidas pelo GloboEsporte.com garantem que o dirigente já tem entre 170 e 180 apoios de federações nacionais filiadas à Fifa e que Infantino espera obter a unanimidade entre as 211 filiadas até 5 de fevereiro próximo, quando termina o prazo para o lançamento de candidatos pelas entidades.

Entre as cartas de apoio à candidatura de Infantino estão a da CBF e de todas as outras nove federações sul-americanas filiadas à Conmebol, entidade que foi a primeira a pedir publicamente ao dirigente, no dia 11 de junho passado, em Moscou, que se lançasse candidato à reeleição. Dois dias depois, no encerramento do 68º Congresso da Fifa, na capital russa, Infantino anunciou que vai concorrer.

Nem mesmo as recentes revelações do "Football Leaks", sobre o envolvimento do dirigente em manobras ilegais nos tempos de secretário-geral da Uefa, parecem diminuir a ambição de Infantino de ser aclamado presidente da Fifa, sem qualquer concorrência. O dirigente continua em campanha e confirmou à Conmebol que estará em Buenos Aires, no Monumental de Núñez, no próximo dia 24, para a segunda e decisiva partida da Copa Libertadores, entre River Plate e Boca Juniors.

O processo eleitoral na Fifa começou exatamente no dia em que Infantino se lançou candidato, a 13 de junho, e, até o momento, não há um nome de oposição e nem parece que vá surgir até o final do prazo de 5 de fevereiro.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM
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